{"id":15630,"date":"2026-08-15T04:10:00","date_gmt":"2026-08-15T07:10:00","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/?p=15630"},"modified":"2026-08-15T04:10:00","modified_gmt":"2026-08-15T07:10:00","slug":"brasil-registra-quase-30-mil-focos-de-incendio-em-2026-aumento-de-temperatura-levanta-alerta-de-risco-para-amazonia-cerrado-e-caatinga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/?p=15630","title":{"rendered":"Brasil registra quase 30 mil focos de inc\u00eandio em 2026; aumento de temperatura levanta alerta de risco para Amaz\u00f4nia, Cerrado e Caatinga"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<audio controls class=\"b61_audio_player\" data-noticia=\"91058\" src=\"https:\/\/brasil61.com\/rails\/active_storage\/blobs\/eyJfcmFpbHMiOnsibWVzc2FnZSI6IkJBaHBBMmxUQkE9PSIsImV4cCI6bnVsbCwicHVyIjoiYmxvYl9pZCJ9fQ==--6f0de23e094d653d9b535299e0891f9f52f9a4b3\/BRAS2616925A\"><\/audio><\/p>\n<p>O <strong>Brasil j\u00e1 registrou 29.618 focos de inc\u00eandio em 2026<\/strong>, at\u00e9 a \u00faltima quarta-feira (12), segundo os dados disponibilizados pela <a href=\"https:\/\/terrabrasilis.dpi.inpe.br\/queimadas\/situacao-atual\/situacao_atual\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">plataforma Terra Brasilis<\/a>, desenvolvida pelo <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/inpe\/pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)<\/a>. Juntos, os estados de <strong>Mato Grosso, Tocantins, Bahia, Maranh\u00e3o e Par\u00e1 concentram os maiores n\u00fameros<\/strong>, somando mais de 18 mil ocorr\u00eancias. O cen\u00e1rio acende alerta, considerando o <strong>per\u00edodo mais seco em grande parte do pa\u00eds e o fortalecimento do fen\u00f4meno El Ni\u00f1o<\/strong>, que pode alterar o regime de chuvas e elevar as temperaturas nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<\/p>\n<p><strong>No <a href=\"https:\/\/terrabrasilis.dpi.inpe.br\/queimadas\/situacao-atual\/situacao_atual\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ranking estadual<\/a>, Mato Grosso aparece na primeira posi\u00e7\u00e3o, com 4.553 focos, seguido por Tocantins, com 4.141, Bahia, com 3.256, Maranh\u00e3o, com 3.121, e Par\u00e1, com 3.112. Os cinco estados respondem, juntos, por cerca de 62% dos focos registrados no pa\u00eds no per\u00edodo \u2013 de 1\u00b0 de janeiro a 12 de agosto de 2026.<\/strong><\/p>\n<p>Os dados mostram, ainda, uma <strong>concentra\u00e7\u00e3o das ocorr\u00eancias no Centro-Oeste, no Matopiba e na Amaz\u00f4nia.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Confira o ranking dos focos de inc\u00eandio por estado em 2026:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Mato Grosso: 4.553<\/li>\n<li>Tocantins: 4.141<\/li>\n<li>Bahia: 3.256<\/li>\n<li>Maranh\u00e3o: 3.121<\/li>\n<li>Par\u00e1: 3.112<\/li>\n<li>Minas Gerais: 1.767<\/li>\n<li>Roraima: 1.695<\/li>\n<li>Piau\u00ed: 1.202<\/li>\n<li>Goi\u00e1s: 904<\/li>\n<li>Cear\u00e1: 750<\/li>\n<li>Mato Grosso do Sul: 674<\/li>\n<li>Amazonas: 587<\/li>\n<li>Paran\u00e1: 491<\/li>\n<li>Santa Catarina: 482<\/li>\n<li>Rio Grande do Sul: 436<\/li>\n<li>Pernambuco: 411<\/li>\n<li>S\u00e3o Paulo: 394<\/li>\n<li>Esp\u00edrito Santo: 325<\/li>\n<li>Rio de Janeiro: 219<\/li>\n<li>Alagoas: 200<\/li>\n<li>Rond\u00f4nia: 191<\/li>\n<li>Rio Grande do Norte: 183<\/li>\n<li>Para\u00edba: 147<\/li>\n<li>Sergipe: 131<\/li>\n<li>Acre: 121<\/li>\n<li>Distrito Federal: 63<\/li>\n<li>Amap\u00e1: 62<\/li>\n<\/ol>\n<h2>El Ni\u00f1o ganha for\u00e7a e acende alerta para o segundo semestre<\/h2>\n<p>A <strong>preocupa\u00e7\u00e3o para os pr\u00f3ximos meses est\u00e1 relacionada tamb\u00e9m \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o do El Ni\u00f1o<\/strong>, um<a href=\"https:\/\/clima.cptec.inpe.br\/enos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> fen\u00f4meno clim\u00e1tico caracterizado pelo aquecimento anormal das \u00e1guas do Oceano Pac\u00edfico equatorial.\u00a0<\/a><\/p>\n<p>Em <a href=\"https:\/\/www.cpc.ncep.noaa.gov\/products\/analysis_monitoring\/enso_advisory\/ensodisc.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">boletim <\/a>divulgado na quinta-feira (13), a <a href=\"https:\/\/www.noaa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Administra\u00e7\u00e3o Nacional Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica dos Estados Unidos (NOAA)<\/a> informou que o <strong>fen\u00f4meno est\u00e1 se fortalecendo e apontou mais de 90% de probabilidade de um evento muito forte durante o outono e o inverno do Hemisf\u00e9rio Norte de 2026\/27.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 <strong>de outubro a dezembro, a ag\u00eancia estima 69% de chance de um evento hist\u00f3rico<\/strong>, com intensidade superior \u00e0 dos epis\u00f3dios registrados anteriormente, datados de 1950.<\/p>\n<p>No Brasil, os efeitos esperados do El Ni\u00f1o s\u00e3o diferentes entre as regi\u00f5es. A meteorologista Andrea Ramos aponta que o<strong> fen\u00f4meno tende a alterar tanto a temperatura quanto a distribui\u00e7\u00e3o das chuvas:<\/strong><\/p>\n<p>\u201cPara o Brasil, isso tende a aumentar a probabilidade de temperaturas acima da m\u00e9dia em grande parte do territ\u00f3rio e de uma distribui\u00e7\u00e3o mais irregular de chuvas. De modo geral, o Sul apresenta uma maior tend\u00eancia de chuvas acima da m\u00e9dia, enquanto que setores do Norte, Nordeste e parte central do pa\u00eds podem enfrentar per\u00edodos mais secos ou com precipita\u00e7\u00e3o irregular\u201d, pontua.<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/inpe\/pt-br\/assuntos\/ultimas-noticias\/painel-el-nino-2026-2027-segundo-boletim-sobre-o-monitoramento-do-fenomeno-no-brasil-e-publicado\/PainelElNino2EdioFinal.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim n\u00ba 2 do Painel El Ni\u00f1o 2026-2027<\/a> aponta que a previs\u00e3o clim\u00e1tica <strong>para o trimestre de agosto a outubro de 2026 \u00e9 de chuvas acima da m\u00e9dia em \u00e1reas do Sul e abaixo da m\u00e9dia no centro-norte do pa\u00eds entre agosto e outubro. <\/strong>Al\u00e9m disso, h\u00e1 uma alta probabilidade de temperaturas acima da m\u00e9dia no segundo semestre. O documento alerta que essa combina\u00e7\u00e3o pode aumentar a ocorr\u00eancia de ondas de calor e inc\u00eandios florestais.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas e Saneamento B\u00e1sico (ANA), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), o Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (SGB), a Secretaria Nacional de Prote\u00e7\u00e3o e Defesa Civil (SEDEC) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia (CENSIPAM).<\/p>\n<h2>El Ni\u00f1o e queimadas<\/h2>\n<p><strong>O Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima apontou, <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mma\/pt-br\/noticias-defeso-eleitoral\/reuniao-tecnica-atualiza-previsoes-climaticas-e-aponta-intensificacao-do-el-nino-ate-dezembro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">em julho<\/a>, que o fen\u00f4meno El Ni\u00f1o continuaria se intensificando ao longo dos meses, com perspectivas de atingir intensidade forte ou muito forte entre agosto e dezembro.<\/strong><\/p>\n<p>A pasta alertou para um aumento do perigo de inc\u00eandios entre agosto e outubro, especialmente na Amaz\u00f4nia, no Cerrado e na Caatinga. Entre os estados indicados como \u00e1reas de maior probabilidade de ocorr\u00eancia de fogo est\u00e3o Amazonas, Par\u00e1, Tocantins, Maranh\u00e3o e Mato Grosso, com abrang\u00eancia especial para a Amaz\u00f4nia e parte do Brasil Central.<\/p>\n<p>A meteorologista Andrea Ramos explica que o <strong>El Ni\u00f1o n\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel diretamente por provocar inc\u00eandios<\/strong>. No entanto, o<strong> fen\u00f4meno pode criar condi\u00e7\u00f5es mais favor\u00e1veis para a propaga\u00e7\u00e3o das queimadas e que, na maior parte das situa\u00e7\u00f5es, o in\u00edcio do fogo est\u00e1 relacionado \u00e0 a\u00e7\u00e3o humana.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Andrea elucida que o fen\u00f4meno clim\u00e1tico atua principalmente sobre as condi\u00e7\u00f5es ambientais que determinam o grau de secura da vegeta\u00e7\u00e3o e a facilidade de propaga\u00e7\u00e3o das chamas.<\/p>\n<p>\u201cQuando temos v\u00e1rios dias sem chuva, temperaturas elevadas, baixa umidade do ar e redu\u00e7\u00e3o da umidade do solo e da vegeta\u00e7\u00e3o, o material vegetal fica mais seco e inflam\u00e1vel. Se houver uma fonte de igni\u00e7\u00e3o, o fogo encontra condi\u00e7\u00f5es para se espalhar com mais rapidez e intensidade, principalmente na presen\u00e7a de vento\u201d, frisa a especialista.<\/p>\n<p>O consultor clim\u00e1tico e meteorologista Francisco de Assis destaca que <strong>o risco de queimadas ao longo do trimestre n\u00e3o est\u00e1 restrito a uma \u00fanica regi\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cCondi\u00e7\u00f5es de queimadas podem ocorrer tanto no centro do Brasil como tamb\u00e9m em parte da Regi\u00e3o Norte, no interior do Nordeste, na Bahia. Al\u00e9m de Minas Gerais, Tocantins, Amaz\u00f4nia, Rond\u00f4nia, Acre e Mato Grosso, s\u00e3o estados prop\u00edcios \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de queimadas e inc\u00eandios durante esse per\u00edodo do segundo semestre\u201d, afirma Assis.<\/p>\n<p>Os especialistas apontam que o cen\u00e1rio evidencia <strong>aten\u00e7\u00e3o especial para o Centro-Oeste e \u00e1reas do Nordeste, al\u00e9m do Cerrado, e as regi\u00f5es leste e sul da Amaz\u00f4nia, sobretudo durante a fase mais cr\u00edtica da esta\u00e7\u00e3o seca \u2013 entre agosto e outubro.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cEstados como Mato Grosso, Par\u00e1, Tocantins, Amazonas e Maranh\u00e3o merecem aten\u00e7\u00e3o especial, al\u00e9m de setores de Rond\u00f4nia, Goi\u00e1s e Mato Grosso do Sul. Os progn\u00f3sticos clim\u00e1ticos tamb\u00e9m mostram temperaturas acima da m\u00e9dia em grande parte do pa\u00eds, o que pode intensificar a perda da umidade do solo e da vegeta\u00e7\u00e3o\u201d, analisa Andrea Ramos.<\/p>\n<h2>Previs\u00f5es para 2027<\/h2>\n<p><strong>O Boletim n\u00ba 2 do Painel El Ni\u00f1o 2026-2027 aponta, ainda, 100% de probabilidade de perman\u00eancia do fen\u00f4meno at\u00e9, pelo menos, o in\u00edcio de 2027, com altas chances de ocorr\u00eancia de um El Ni\u00f1o muito forte entre a primavera e o in\u00edcio do ver\u00e3o de 2026.<\/strong><\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o dos especialistas, os <strong>efeitos do El Ni\u00f1o podem continuar em 2027<\/strong>, principalmente sobre as temperaturas, a distribui\u00e7\u00e3o das chuvas e a disponibilidade h\u00eddrica. Por\u00e9m, a perman\u00eancia dos efeitos clim\u00e1ticos do fen\u00f4meno n\u00e3o significa que \u201co maior pico de queimadas ficar\u00e1 para o pr\u00f3ximo ano\u201d, afirma Andrea.<\/p>\n<p>\u201cDe forma geral, o cen\u00e1rio exige aten\u00e7\u00e3o, porque estamos combinando uma esta\u00e7\u00e3o seca, j\u00e1 naturalmente favor\u00e1vel \u00e0s queimadas, com o El Ni\u00f1o em fortalecimento e temperaturas acima da m\u00e9dia. O risco maior n\u00e3o est\u00e1 em um \u00fanico fator isolado, mas na sobreposi\u00e7\u00e3o entre calor, baixa umidade, aus\u00eancia prolongada de chuvas, vegeta\u00e7\u00e3o seca e o vento\u201d, diz a meteorologista.<\/p>\n<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brasil61.com\/api\/v1\/serve_pixel\/22254\/91058\" alt=\"Pixel Brasil 61\" class=\"b61_pixel\" width=\"0\" height=\"0\"><\/p>\n<div class=\"br61_backlink\">\n<p>\n\t\t\t\tFonte: <a href=\"https:\/\/brasil61.com\/brasil-registra-quase-30-mil-focos-de-incendio-em-2026-aumento-de-temperatura-levanta-alerta-de-risco-para-amazonia-cerrado-e-caatinga-bras2616925\" title=\"Artigo Original: Brasil registra quase 30 mil focos de inc\u00eandio em 2026; aumento de temperatura levanta alerta de risco para Amaz\u00f4nia, Cerrado e Caatinga \" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Brasil 61<\/a>\n\t\t\t<\/p>\n<\/p><\/div>\n<input type=\"hidden\" id=\"baseurl\" value=\"https:\/\/noticiasregionais.com.br\"><input type=\"hidden\" id=\"audio_nonce\" value=\"1f1bef1059\">","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Meteorologistas e Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima apontam que El Ni\u00f1o deve influenciar regime de chuvas e temperaturas em diferentes regi\u00f5es entre agosto e outubro, al\u00e9m de aumentar o risco de inc\u00eandios florestais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":15631,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-15630","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/15630","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=15630"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/15630\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/15631"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=15630"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=15630"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=15630"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}