{"id":3837,"date":"2024-11-20T09:12:45","date_gmt":"2024-11-20T12:12:45","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/?p=3837"},"modified":"2024-11-20T09:15:39","modified_gmt":"2024-11-20T12:15:39","slug":"escala-6x1-pec-pode-ter-impacto-negativo-no-comercio-e-aumentar-informalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/?p=3837","title":{"rendered":"Escala 6&#215;1: PEC pode ter impacto negativo no com\u00e9rcio e aumentar informalidade"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">Economista e entusiasta das rela\u00e7\u00f5es sociais, o professor de Economia da FAAP-SP, Sillas Souza, teme que as mudan\u00e7as propostas na redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho n\u00e3o alcancem os objetivos desejados<\/h4>\n\n\n\n<p>Em tempos de redes sociais e memes que satirizam a condi\u00e7\u00e3o humana, uma&nbsp;Proposta de Emenda Constitucional roubou a cena digital nas \u00faltimas semanas. A PEC que prop\u00f5e reduzir a carga hor\u00e1ria de trabalho de 44 para 36 horas semanais e, tamb\u00e9m, p\u00f5e fim \u00e0 escala 6&#215;1 de trabalho, com&nbsp;mais horas livres e de descanso, j\u00e1 provoca preocupa\u00e7\u00e3o em alguns setores da economia, principalmente o com\u00e9rcio.<\/p>\n\n\n\n<p>Este setor, pela mudan\u00e7a proposta pela deputada federal Erika Hilton (PSol-SP), por meio do movimento Vida Al\u00e9m do Trabalho (VAT), est\u00e1 entre os que mais podem sentir impactos negativos com a redu\u00e7\u00e3o de jornada:&nbsp;&#8220;Isso obrigar\u00e1 o lojista a, de alguma forma, compensar a aus\u00eancia de um vendedor com outro&#8221;, destaca o economista, entusiasta das rela\u00e7\u00f5es sociais e professor da FAAP\u2013SP, Sillas Souza.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Veja mais:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/brasil61.com\/n\/escala-6x1-que-setores-serao-mais-afetados-pelas-mudancas-propostas-bras2413021\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fim da escala 6&#215;1: que setores ser\u00e3o mais afetados pelas mudan\u00e7as propostas?<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/brasil61.com\/n\/escala-6x1-uma-nova-era-ou-risco-para-as-relacoes-trabalhistas-bras2412993\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fim da escala 6&#215;1: uma nova era ou risco para as rela\u00e7\u00f5es trabalhistas?<\/a><br>\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"763\" src=\"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-19-at-14.24.2011-1024x763.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3839 size-full\" srcset=\"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-19-at-14.24.2011-1024x763.png 1024w, https:\/\/noticiasregionais.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-19-at-14.24.2011-300x224.png 300w, https:\/\/noticiasregionais.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-19-at-14.24.2011-768x572.png 768w, https:\/\/noticiasregionais.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/WhatsApp-Image-2024-11-19-at-14.24.2011.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p>Al\u00e9m disso, a mudan\u00e7a tamb\u00e9m pode provocar o aumento da informalidade nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho que hoje, no Brasil, j\u00e1 chega a quase 40%, ressaltou o economista. Em entrevista ao <strong>Brasil 61<\/strong>, Sillas Souza pontuou os maiores impactos que a proposta pode ter no mercado, na economia e na sociedade brasileira:\u00a0<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Brasil 61: Professor, o brasileiro trabalha por que gosta ou trabalha por que precisa?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prof. Sillas: <\/strong>H\u00e1 um axioma norteador de toda ci\u00eancia econ\u00f4mica tradicional, chamado de princ\u00edpio utilitarista da racionalidade. O nome \u00e9 feio, mas sua ideia \u00e9 simples. Segundo ela, qualquer pessoa, em qualquer tempo, preferir\u00e1 obter, sempre que puder, o m\u00e1ximo poss\u00edvel de vantagens pelo m\u00ednimo poss\u00edvel de sacrif\u00edcios. Se a ci\u00eancia econ\u00f4mica estiver correta, e entendermos que o trabalho representa, de alguma forma, algum sacrif\u00edcio, podemos pensar que brasileiros, afeg\u00e3os, americanos, russos&nbsp;e at\u00e9 mesmo padres beneditinos, prefeririam n\u00e3o trabalhar, se pudessem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s, nosso Bussunda&nbsp;(lembra dele?) falava isso. Indagado se ele gostava de trabalhar, respondia que sim, mas que preferia as f\u00e9rias. No ponto! Ou seja, mesmo que gostemos de nossas profiss\u00f5es e que nos sintamos felizes em nossos trabalhos, o \u00f3cio, sobretudo remunerado, \u00e9 prefer\u00edvel. Portanto, sem exce\u00e7\u00e3o, o trabalho representar\u00e1 algum tipo de sacrif\u00edcio, tanto a brasileiros quanto a quaisquer outras nacionalidades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Brasil 61: Como \u00e9 a produtividade do brasileiro?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prof. Sillas:<\/strong> &nbsp;A produtividade m\u00e9dia da nossa m\u00e3o de obra \u00e9 baixa e n\u00e3o h\u00e1 nenhuma raz\u00e3o para supor que deixar\u00e1 de ser nos pr\u00f3ximos anos. Um brasileiro m\u00e9dio precisa de 5 horas para produzir o que um americano m\u00e9dio produz em 1 hora, de 4 horas para equiparar-se a um europeu, ou de cerca de 1h30 para produzir o que um chin\u00eas m\u00e9dio produz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nas ci\u00eancias econ\u00f4micas, as diverg\u00eancias te\u00f3ricas s\u00e3o abundantes, mas a no\u00e7\u00e3o de que avan\u00e7os da produtividade equivalem a avan\u00e7os na renda n\u00e3o \u00e9 uma delas. O aumento da produtividade \u00e9, matematicamente, a mesma coisa que economia.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se trata de conceito complexo. Se uma produ\u00e7\u00e3o precisar de menos recursos, como insumos, tempo ou dinheiro, do que precisava antes, o que sobra \u00e9 riqueza. Pense numa omelete que levaria 3 ovos e 2 minutos de \u201cbatida\u201d para resultar num di\u00e2metro de 20 cm com 3 cm de altura. Se for poss\u00edvel bater os ovos mais rapidamente, por exemplo, pode-se conseguir os mesmos par\u00e2metros com 2 ovos. Isso \u00e9 aumento da produtividade, portanto \u00e9 economia e economia \u00e9 igual a mais dinheiro no bolso!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Brasil 61: Muitos pa\u00edses j\u00e1 adotaram o que a PEC prop\u00f5e, a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho. Como tem sido nesses locais?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prof. Sillas:<\/strong> Na maioria dos pa\u00edses essas medidas surtiram efeitos positivos, como maior tempo de \u00f3cio dos trabalhadores, que resultaram em tempo maior com a fam\u00edlia, mais descanso&nbsp;e, em muitos casos, aumento da frequ\u00eancia em cursos de aprimoramento profissional. Essas, e outras&nbsp;coisas combinadas, resultaram em aumentos de produtividade&nbsp;e esse aumento meio que compensou as horas n\u00e3o trabalhadas.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, o que aconteceu nesses pa\u00edses, at\u00e9 onde eu vejo, n\u00e3o ir\u00e1 acontecer no Brasil, ao menos n\u00e3o para a maior parte dos trabalhadores, e as raz\u00f5es s\u00e3o diversas. As institui\u00e7\u00f5es, formais e informais envolvidas, aqui e l\u00e1, s\u00e3o muito distintas. Nosso mercado de trabalho, nossa legisla\u00e7\u00e3o trabalhista e, principalmente, nossa produtividade m\u00e9dia \u00e9 significativamente diferente desses pa\u00edses. Nosso mercado de trabalho \u00e9 marcado por uma informalidade que chega a quase 40%, ou seja, para essas pessoas a mudan\u00e7a n\u00e3o significar\u00e1 nenhuma vantagem e, a depender de como os custos trabalhistas adicionais ser\u00e3o repassados em alguns setores, \u00e9 bastante razo\u00e1vel supor que essa informalidade cres\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Brasil 61: E aqui no Brasil, como acha que seria o impacto da medida? Alguma eventual rea\u00e7\u00e3o dos empres\u00e1rios, de tentar compensar seus custos iniciais, poder\u00e1 lev\u00e1-los a repassar esses custos aos pre\u00e7os finais?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prof. Sillas:<\/strong> Setores nos quais a maioria dos trabalhadores s\u00e3o celetistas e suas fun\u00e7\u00f5es n\u00e3o est\u00e3o diretamente associadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o final de bens ou servi\u00e7os, devem se beneficiar. Colocaria nesse grupo os funcion\u00e1rios de escrit\u00f3rios de profissionais liberais ou outros setores cujo tempo de trabalho n\u00e3o seja a vari\u00e1vel mais importante do desempenho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, esses profissionais n\u00e3o s\u00e3o, nem de longe, a maioria. Para os informais, como j\u00e1 dissemos antes, nada de significativo ir\u00e1 mudar e com isso exclu\u00edmos cerca de 40% dos trabalhadores. No setor de servi\u00e7os, que \u00e9 o maior e mais importante setor de nossa economia, \u00e9 onde os impactos negativos dever\u00e3o ser sentidos. \u00c9 bastante dif\u00edcil admitir que uma pessoa que trabalhe no com\u00e9rcio, que, portanto, depende das vendas para obter sua renda, consiga mant\u00ea-las no mesmo n\u00edvel, reduzindo um dia de jornada. Nada sugere que as pessoas ir\u00e3o mudar a forma de fazer compras por conta da menor jornada dos funcion\u00e1rios. Elas continuar\u00e3o comprando como sempre compraram. Isso obrigar\u00e1 o lojista a, de alguma forma, compensar a aus\u00eancia de um vendedor com outro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa nova contrata\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ocorrer \u201cpor dentro\u201d, com CLT e todos os custos envolvidos; \u201cpor fora\u201d, sem os custos trabalhistas, mas ainda assim com custos e riscos judiciais ou, como \u00e9 de se esperar, adotar mecanismos de \u201cPjotiza\u00e7\u00e3o\u201d. Em todos os casos, os custos aumentaram sem qualquer contrapartida nos ganhos. Esses custos, podemos apostar nisso, ser\u00e3o de uma forma ou outra&nbsp;repassados aos pre\u00e7os, deixando todos, inclusive os funcion\u00e1rios com menor carga de trabalho, mais pobres.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Brasil 61: Isso n\u00e3o poderia causar um efeito rebote, fazendo as pessoas trabalharem mais?&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prof. Sillas:<\/strong> Pode acontecer. Muitos desses trabalhadores, me arrisco a pensar que a maioria, tentar\u00e3o conseguir outros empregos em suas folgas maiores. Dois efeitos, ambos ruins para a economia, decorrer\u00e3o disso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro: para os que conseguirem, teremos o efeito oposto da proposta, pois ao inv\u00e9s de 36 horas semanais, ser\u00e3o agora 72. Menos \u00f3cio, portanto, equivaler\u00e1 a uma menor produtividade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo: A maioria n\u00e3o ir\u00e1 conseguir, mas mais gente ofertando emprego quer dizer mais concorr\u00eancia pelas vagas, o que motivar\u00e1 os empres\u00e1rios a diminu\u00edrem os sal\u00e1rios m\u00e9dios. Temos uma situa\u00e7\u00e3o potencial na qual muita gente trabalhar\u00e1 o dobro, para ganhar um pouco mais do que ganhava antes. Isso n\u00e3o me parece vantajoso e esse \u00e9 o cen\u00e1rio que dever\u00e1 afetar a maior parte dos trabalhadores. Ser\u00e1, ent\u00e3o, que o ganho concentrado nos celetistas mais ricos compensa a perda nos mais pobres? Temo que n\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Brasil 61: A mudan\u00e7a teria impacto direto nas leis trabalhistas, regidas pela CLT, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Algum ajuste no modelo existente hoje mobilizaria menos esfor\u00e7o e traria um resultado semelhante, acredita nisso?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prof. Sillas:<\/strong> Sim. Para passar, haver\u00e1 a necessidade de mudar a CLT, algo que j\u00e1 aconteceu antes. Mas insisto, h\u00e1 coisas mais simples que podem ser feitas, com efeitos mais concretos, r\u00e1pidos e eficientes. Creio que se implement\u00e1ssemos no Brasil a contrata\u00e7\u00e3o por hora de trabalho, ao inv\u00e9s de \u201cpor pacote mensal\u201d como \u00e9 hoje, com possibilidades de flexibilizar horas, haveriam ganhos tanto para trabalhadores quanto para empres\u00e1rios. O governo iria, como j\u00e1 faz hoje, regular as situa\u00e7\u00f5es nas quais a disparidade entre o poder de barganha entre empregadores e trabalhadores seja desproporcional. &nbsp;Mas o mundo trabalha dessa forma e n\u00e3o me parece que estejam insatisfeitos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Brasil 61: De forma geral, se passar, a PEC traria impacto mais profundo para quem?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prof. Sillas:&nbsp;<\/strong>O setor do com\u00e9rcio seria o mais afetado negativamente, talvez os setores onde a produtividade n\u00e3o esteja associada a intensidade de horas e trabalho sejam os mais beneficiadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/brasil61.com\/n\/fim-da-escala-6x1-pec-pode-ter-impacto-negativo-no-comercio-e-aumentar-informalidade-bras2413036\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Brasil 61<\/a><\/p>\n<input type=\"hidden\" id=\"baseurl\" value=\"https:\/\/noticiasregionais.com.br\"><input type=\"hidden\" id=\"audio_nonce\" value=\"533fbb67b1\">","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Economista e entusiasta das rela\u00e7\u00f5es sociais, o professor de Economia da FAAP-SP, Sillas Souza, teme que as mudan\u00e7as propostas na&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3838,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[1,8,10],"tags":[],"class_list":["post-3837","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","category-brasil","category-destaques"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3837","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3837"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3837\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3840,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3837\/revisions\/3840"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3838"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3837"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3837"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasregionais.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3837"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}